Lazer de final de semana

Voltar

Turismo

Em Vilhena, o rio Piracolino tem oferecido aos proprietários de chácaras em suas margens uma excelente alternativa de renda. As belas águas e a proximidade com a cidade contribuem para o acesso das pessoas as inúmeras chácaras que oferecem uma opção de lazer e descanso para os finais de semana. Há balneários abertos ao público, mas em sua grande maioria são propriedades para locação, ou de associações.

Os principais clientes são empresas, igrejas e famílias que buscam uma alternativa saudável de entretimento e confraternização. Os locais costumam oferecer aos frequentadores estrutura para churrascos, campos de areia e gramados para a prática de vôlei e futebol, jogos de sinuca, tirolesa e em algumas até mesmo trilhas para caminhada entre a vegetação de serrado. Devido à topografia do terreno e a limpidez da água, o rio Piracolino não oferece grandes riscos aos banhistas.

Porém, a crescente demanda nesse setor tem gerado um fluxo muito alto de pessoas a estes locais, estimulando mais investimentos que, nem sempre atendem as regras indispensáveis de preservação ambiental. Essa é a opinião de Vilson Diniz, proprietário da chácara Recanto dos Amigos. Vilson diz que no início a propriedade foi comprada para uso familiar, mas que depois de algum tempo, devido aos custos de se manter as instalações em boas condições, teve a ideia de locar para eventos. Quanto ao retorno financeiro esclarece que ainda está investindo recursos próprios, mas que já tem retorno suficiente para manter o que está pronto. “Meus clientes são quase sempre grupos de famílias, igrejas ou empresas, isso torna as coisas mais fáceis, não há vandalismo e predomina a consciência da limpeza.”

Os preços das locações variam de 180 a 350 Reais a diária, negociáveis, pois alguns proprietários levam em conta o número estimado de pessoas incluindo todos os entretenimentos disponíveis, outros, cobram separadamente entretenimentos como sinuca, pebolim ou churrasqueiras. Outra opção para os proprietários é o pesque e pague que está mais voltado ao comércio direto do que a locação. 

Delço de Castro Miranda, proprietário do Pesque-Pague Piracolino, é um bom exemplo desta atividade, trabalhando com sua esposa, em sua propriedade as margens do rio. “Trabalhamos muito, atendemos as pessoas que vem aqui pescar, temos a lanchonete onde servimos porções e bebidas”. No local há mesa de sinuca e área para banho, mas estas opções não são o foco principal, o comércio de peixe pescado na hora é o que mais movimenta o negócio.

 Ele não tem criação própria de peixe, prefere comprá-los de fornecedores que trabalham somente com piscicultura. As variedades que dispõe nos tanques são: Tambaqui, Ipatinga, Matrinxã e Pintado. No comercio ele vende em média 1.500 kg mês, que são comercializados a R$ 9,00 o Kg Bruto, ou ainda a R$ 10,00 limpo, o pintado é o mais caro sendo comercializado a R$15,00 o Kg.

Delço diz que quando foi iniciar o empreendimento buscou a autorização junto ao SEDAN, (Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental). “Obtive a autorização, fiz os tanque, mas nunca vieram aqui me orientar, depois de três anos veio o IBAMA, (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e me multou.” Ele esta recorrendo da multa, e dá um conselho a quem pretende iniciar qualquer atividade nessa área: Que busque orientação junto a EMATER, (Associação de Assistência Técnica e Extensão rural do Estado de Rondônia), fone: (69) 3321-3241, Pois este órgão tem oferecido auxilio nos projetos rurais, evitando assim inúmeros problemas. O município, através da SEMAGRI, (Secretaria Municipal de agricultura), também tem incentivado a piscicultura no município. 

Lazer de final de semana

23/06/2013

Em Vilhena, o rio Piracolino tem oferecido aos proprietários de chácaras em suas margens uma excelente alternativa de renda. As belas águas e a proximidade com a cidade contribuem para o acesso das pessoas as inúmeras chácaras que oferecem uma opção de lazer e descanso para os finais de semana. Há balneários abertos ao público, mas em sua grande maioria são propriedades para locação, ou de associações.

Os principais clientes são empresas, igrejas e famílias que buscam uma alternativa saudável de entretimento e confraternização. Os locais costumam oferecer aos frequentadores estrutura para churrascos, campos de areia e gramados para a prática de vôlei e futebol, jogos de sinuca, tirolesa e em algumas até mesmo trilhas para caminhada entre a vegetação de serrado. Devido à topografia do terreno e a limpidez da água, o rio Piracolino não oferece grandes riscos aos banhistas.

Porém, a crescente demanda nesse setor tem gerado um fluxo muito alto de pessoas a estes locais, estimulando mais investimentos que, nem sempre atendem as regras indispensáveis de preservação ambiental. Essa é a opinião de Vilson Diniz, proprietário da chácara Recanto dos Amigos. Vilson diz que no início a propriedade foi comprada para uso familiar, mas que depois de algum tempo, devido aos custos de se manter as instalações em boas condições, teve a ideia de locar para eventos. Quanto ao retorno financeiro esclarece que ainda está investindo recursos próprios, mas que já tem retorno suficiente para manter o que está pronto. “Meus clientes são quase sempre grupos de famílias, igrejas ou empresas, isso torna as coisas mais fáceis, não há vandalismo e predomina a consciência da limpeza.”

Os preços das locações variam de 180 a 350 Reais a diária, negociáveis, pois alguns proprietários levam em conta o número estimado de pessoas incluindo todos os entretenimentos disponíveis, outros, cobram separadamente entretenimentos como sinuca, pebolim ou churrasqueiras. Outra opção para os proprietários é o pesque e pague que está mais voltado ao comércio direto do que a locação. 

Delço de Castro Miranda, proprietário do Pesque-Pague Piracolino, é um bom exemplo desta atividade, trabalhando com sua esposa, em sua propriedade as margens do rio. “Trabalhamos muito, atendemos as pessoas que vem aqui pescar, temos a lanchonete onde servimos porções e bebidas”. No local há mesa de sinuca e área para banho, mas estas opções não são o foco principal, o comércio de peixe pescado na hora é o que mais movimenta o negócio.

 Ele não tem criação própria de peixe, prefere comprá-los de fornecedores que trabalham somente com piscicultura. As variedades que dispõe nos tanques são: Tambaqui, Ipatinga, Matrinxã e Pintado. No comercio ele vende em média 1.500 kg mês, que são comercializados a R$ 9,00 o Kg Bruto, ou ainda a R$ 10,00 limpo, o pintado é o mais caro sendo comercializado a R$15,00 o Kg.

Delço diz que quando foi iniciar o empreendimento buscou a autorização junto ao SEDAN, (Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental). “Obtive a autorização, fiz os tanque, mas nunca vieram aqui me orientar, depois de três anos veio o IBAMA, (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e me multou.” Ele esta recorrendo da multa, e dá um conselho a quem pretende iniciar qualquer atividade nessa área: Que busque orientação junto a EMATER, (Associação de Assistência Técnica e Extensão rural do Estado de Rondônia), fone: (69) 3321-3241, Pois este órgão tem oferecido auxilio nos projetos rurais, evitando assim inúmeros problemas. O município, através da SEMAGRI, (Secretaria Municipal de agricultura), também tem incentivado a piscicultura no município.