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Sindicato

Foto: Arquivo

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Nesta quarta-feira 26, o presidente da COPAMA - Cooperativa Mista Agroindustrial da Amazônia Ltda. – Carlos Eduardo Polo Sartor, reuniu-se com os cooperados onde anunciou que a cooperativa estava disposta a devolver o dinheiro investido pelos mesmos na construção do frigorífico de aves no município de Vilhena ou integraliza-los na fábrica de ração.

Sartor esclareceu que foi decidido não dar continuidade ao projeto da forma que vinham fazendo, em virtude dos acontecimentos expostos na reunião de hoje. “Então estamos dando um tempo e disponibilizando o capital que as pessoas investiram para que utilizem ou em forma de devolução ou aquisição de cotas da fabrica de ração. Com isso continuamos credores para que possamos em outra oportunidade, pedir adesão da sociedade novamente”.

Quando perguntado o que deu errado no projeto Sartor respondeu que “Não deu nada errado, a fruta não madurou, deu uma intempérie e não a madurou, não foi possível tocar da forma que estávamos tocando. Eu acredito pessoalmente que o projeto avícola aqui na região é um caminho sem volta em função das circunstâncias técnicas e tudo que nós vimos. Agora, quem será o dono desse projeto é que não sei responder. Se serão empresários de fora, ou daqui ou se novamente este movimento de englobar o pequeno produtor principalmente de forma societária venha surgir novamente”.

Vinicius Paiva da Silva, vice-presidente da Copama, acredita que dentro da conjuntura que a cooperativa está, com três anos efetividade, ainda é muito pequena para poder prosseguir com este projeto sozinha. “No início nós tínhamos um apoio, digamos um envolvimento bem maior do setor público como um todo, municipal, estadual e tudo mais. E aí, de um momento para outro em função de várias circunstâncias, várias conjunturas, este apoio político se esvaziou um pouco. O apoio político ficou um pouco frágil e disperso, e chegamos à conclusão de que a cooperativa não teria as competências e os recursos necessários para poder dar este próximo passo sozinha”. Finaliza Silva.

A reunião se encerrou com todos os cooperados presentes reinvestindo o seu capital em cotas da fabrica de ração, que já esta em funcionamento. E para os demais cooperados que não estiveram presentes, ficou estipulado um prazo até dia 30 de junho para procurar a cooperativa e solicitar o seu capital. Se até esta data não for feito o pedido de reembolso o capital será automaticamente convertido em cotas da fábrica de ração.

27/06/2013

Nesta quarta-feira 26, o presidente da COPAMA - Cooperativa Mista Agroindustrial da Amazônia Ltda. – Carlos Eduardo Polo Sartor, reuniu-se com os cooperados onde anunciou que a cooperativa estava disposta a devolver o dinheiro investido pelos mesmos na construção do frigorífico de aves no município de Vilhena ou integraliza-los na fábrica de ração.

Sartor esclareceu que foi decidido não dar continuidade ao projeto da forma que vinham fazendo, em virtude dos acontecimentos expostos na reunião de hoje. “Então estamos dando um tempo e disponibilizando o capital que as pessoas investiram para que utilizem ou em forma de devolução ou aquisição de cotas da fabrica de ração. Com isso continuamos credores para que possamos em outra oportunidade, pedir adesão da sociedade novamente”.

Quando perguntado o que deu errado no projeto Sartor respondeu que “Não deu nada errado, a fruta não madurou, deu uma intempérie e não a madurou, não foi possível tocar da forma que estávamos tocando. Eu acredito pessoalmente que o projeto avícola aqui na região é um caminho sem volta em função das circunstâncias técnicas e tudo que nós vimos. Agora, quem será o dono desse projeto é que não sei responder. Se serão empresários de fora, ou daqui ou se novamente este movimento de englobar o pequeno produtor principalmente de forma societária venha surgir novamente”.

Vinicius Paiva da Silva, vice-presidente da Copama, acredita que dentro da conjuntura que a cooperativa está, com três anos efetividade, ainda é muito pequena para poder prosseguir com este projeto sozinha. “No início nós tínhamos um apoio, digamos um envolvimento bem maior do setor público como um todo, municipal, estadual e tudo mais. E aí, de um momento para outro em função de várias circunstâncias, várias conjunturas, este apoio político se esvaziou um pouco. O apoio político ficou um pouco frágil e disperso, e chegamos à conclusão de que a cooperativa não teria as competências e os recursos necessários para poder dar este próximo passo sozinha”. Finaliza Silva.

A reunião se encerrou com todos os cooperados presentes reinvestindo o seu capital em cotas da fabrica de ração, que já esta em funcionamento. E para os demais cooperados que não estiveram presentes, ficou estipulado um prazo até dia 30 de junho para procurar a cooperativa e solicitar o seu capital. Se até esta data não for feito o pedido de reembolso o capital será automaticamente convertido em cotas da fábrica de ração.

Foto: Arquivo